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description: Colaboração internacional através de equipes distribuídas tem se tornado uma realidade comum para os brasileiros: 7 de cada 10 entrevistados relataram esse tipo de colaboração nos últimos dois anos. 
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title: Pesquisa levanta dados sobre equipes distribuídas
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# Equipes distribuídas: dados mostram o cenário da colaboração entre trabalhadores brasileiros e colegas que residem em outros países

Canonical: https://www.capterra.com.br/blog/6423/equipes-distribuidas

Publicado em 12/04/2024 | Escrito por Marcela Gava.

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> Pesquisa do Capterra aponta que as equipes distribuídas em colaboração internacional se tornaram uma realidade no mercado de trabalho moderno; o logro, em grande medida, é também responsabilidade de tecnologias que permitem a interação à distância. 

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## Conteúdo do artigo

Pesquisa do Capterra aponta que as equipes distribuídas em colaboração internacional se tornaram uma realidade no mercado de trabalho moderno; o logro, em grande medida, é também responsabilidade de tecnologias que permitem a interação à distância. Neste artigoNo Brasil, a colaboração com trabalhadores que estão no exterior é recenteBrasileiros esperam mais colaboração com colegas baseados em outro paísComo funciona a dinâmica entre funcionários locais trabalhando com colegas baseados no exterior?Os benefícios da colaboração com colegas que estão em outros paísesOs principais desafios das equipes que colaboram internacionalmenteCom equipes distribuídas Brasil afora, empresas precisam pensar em estratégias para viabilizar esse modeloO ambiente corporativo está perdendo as fronteiras geográficas. Trata-se de um movimento fruto da formação de equipes distribuídas, que viabilizam suas atividades diárias especialmente através do uso de ferramentas de colaboração.Um time distribuído é aquele cujos membros –ou parte deles– estão alocados em diferentes espaços geográficos. O que pode parecer bem positivo em termos de diversidade, mas desafiador em termos de produtividade, levando muitos gerentes e líderes a se perguntarem se essa dinâmica realmente funciona na prática. A fim de dar uma luz ao tema, o Capterra lança a Pesquisa sobre Colaboração e Produtividade 2024 para mostrar o panorama da colaboração em âmbito internacional; trata-se de um estudo que conta com a participação de 6.490 respondentes de 13 países, sendo 501 participantes do Brasil. A metodologia completa está disponível no final do artigo. No Brasil, a colaboração com trabalhadores que estão no exterior é recenteAlém da popularização de ferramentas para o trabalho remoto, a implementação de modelos como o anywhere office –escritório em qualquer lugar, em tradução ao português– ajudou a viabilizar a colaboração que transcende barreiras geográficas.O efeito disso, no caso específico do Brasil, é que 74% dos entrevistados pelo Capterra já trabalham em colaboração com funcionários que moram em outros países, frente a pouco mais de um quarto (26%) que não contam com esse tipo de dinâmica. No que se refere a como se dá essa interação, há uma importante variação na frequência:A análise do Capterra mostra ainda que o porcentual de respondentes no Brasil que atuam pelo menos uma vez por mês com colegas baseados no exterior é levemente superior à média global dos entrevistados, que é de 69%.    Entretanto, quando se analisa há quanto tempo essa dinâmica está em prática em terras brasileiras, 71% deste mesmo grupo afirmam que essa colaboração internacional começou faz no máximo dois anos, comprovando que o Brasil está nos primeiros passos quando se trata de colaboração internacional.Os dados do Capterra dão uma ideia de como é o panorama de colaboração em outros lugares do mundo:A maioria dos trabalhadores da Índia (69%) e México (67%) também começaram a colaboração internacional recentemente, de dois anos para cá. Essas nações possuem uma semelhança econômica com o Brasil, já que são economias emergentes (conteúdo em inglês). Os países que começaram a colaboração internacional há mais tempo, de dois a mais de 10 anos, são membros da União Europeia (UE), como Alemanha (57%), França (53%) e Espanha (54%). A explicação pode estar no modelo proposto pela UE, que promove a livre circulação entre os membros do bloco e incentiva o multilinguismo como maneira de criar oportunidades profissionais para seus cidadãos.O período de dois anos atrás coincide com o momento de pós-pandemia do COVID-19 –este último responsável indiretamente por acelerar a implementação do trabalho remoto nas empresas. Agora, uma vez consolidado o trabalho a distância, como os profissionais imaginam no futuro a interação com colegas que estão no exterior? É o que vamos descobrir na próxima seção. Brasileiros esperam mais colaboração com colegas baseados em outro paísO trabalho com colaboração internacional surgiu como uma dinâmica recente no contexto brasileiro, e a expectativa é que se fortaleça mais. Para os próximos 12 meses, 58% dos respondentes que trabalham pelo menos uma vez por mês com colegas que estão em outros países creem que este tipo de colaboração vai aumentar: No entanto, os dados do Brasil divergem da média global, em que menos da metade dos respondentes (43%) creem que este tipo de trabalho irá aumentar em algum nível. O otimismo brasileiro pode ser fruto das contratações de conterrâneos para trabalhar em empresas sediadas em outros países ou também pelo fato de algumas companhias do Brasil terem aberto filiais em outras nações, permitindo o fortalecimento deste tipo de interação global.5 dicas para organizar sua equipe na colaboração internacionalRepresentação cultural: Certifique-se que a cultura de todos os membros da equipe é representada. Dar oportunidades para os funcionários apresentarem suas culturas, em reuniões ou dinâmicas de icebreaker, é uma maneira de estimulá-los a compartilhar suas vivências.Facilite o entendimento: 67% disseram que sua equipe possui um ou mais membros com um idioma nativo diferente dos demais. Para facilitar o entendimento por todos, use materiais de apoio, como textos ou imagens, nas apresentações e envie um sumário com os pontos principais discutidos após uma reunião.Respeite os horários: Por conta de diferentes fusos, encontrar um horário viável para todos os participantes de uma reunião pode ser desafiador. Por isso, uma vez estabelecido o melhor dia e hora para um encontro, mantenha a consistência e evite modificações.Organize treinamentos: Cabe à empresa identificar a lacuna de habilidades dos funcionários e trabalhar a capacitação deles. Em uma organização com colegas que estão no exterior, as dificuldades podem aparecer na aquisição de um segundo idioma, na adaptação a outras formas de trabalhar, na inclusão, entre outros.Invista em tecnologia: Softwares são essenciais para criar uma dinâmica colaborativa quando há trabalhadores remotos e em uma situação assíncrona. Mas cuidado: ao investir em tecnologia, tenha em mente qual será o objetivo do sistema na equipe –56% dos que experimentaram arrependimento na compra de software nos últimos 18 meses mostraram que a situação poderia ser evitada no futuro com o esclarecimento de metas e resultados desejados.Como funciona a dinâmica entre funcionários locais trabalhando com colegas baseados no exterior?Depois de focar em uma visão global da colaboração sem fronteiras, a partir deste ponto o estudo do Capterra focará apenas no contexto brasileiro, de forma a servir de guia para empresas que querem começar a levar adiante a contribuição internacional.Começando pelas particularidades da colaboração internacional nas equipes brasileiras, entre o grupo de respondentes que trabalham pelo menos uma vez por mês com funcionários alocados no exterior, descobrimos que em 92% dos casos o gerente direto reside no mesmo país que os participantes da pesquisa. Os dados indicam que, nesse quesito, eles não estão expostos a um tipo de liderança que seja diferente da brasileira. Já quando se trata do fuso horário, a maioria dos funcionários entrevistados parece ter, em média, uma diferença de tempo máxima de 2 a 5 horas com seus colegam que trabalham a partir de outros países. É importante destacar que a diferença horária não parece afetar a dinâmica de trabalho, e os seguintes dados parecem reforçar este ponto: 9 de cada 10 trabalhadores (92%) que colaboram com alguma frequência com colegas baseados no exterior concordam que as reuniões são realizadas em horários de trabalho razoáveis.Respondentes avaliam em uma média de 8 pontos, em um total de 10, sua satisfação com o equilíbrio entre trabalho e vida pessoal no seu emprego atual.39% avaliaram o aspecto de produtividade –ou seja, a habilidade de completar todas as tarefas do seu trabalho– como muito positivo.  O impacto do trabalho com equipes distribuídas em que membros atuam no exterior, portanto, é pequeno: apenas um quarto (24%) encontra algum grau de dificuldade na manutenção do cronograma de projetos ao colaborar com funcionários que moram em outros países. Isso aponta que, quando a dinâmica e o fluxo de trabalho estão bem organizados, não há necessidade de os trabalhadores estarem no mesmo território.Os benefícios da colaboração com colegas que estão em outros paísesO trabalho em uma equipe global pode ser benéfico não apenas para a carreira individual dos funcionários, mas também para a empresa como um todo. Abaixo estão os principais benefícios elencados pelos respondentes que trabalham regularmente com colegas que vivem em outro país.Fortalecimento de conexão profissional As oportunidades de networking (41%) foram o benefício mais citado. Uma maneira de incentivar a interação entre membros da equipe local e funcionários que estão no exterior é por meio da implementação do trabalho colaborativo, em que diferentes trabalhadores participam de um projeto e podem interagir com mais frequência.  Desenvolvimento de competências comunicativasNo trabalho além das fronteiras nacionais, os respondentes também destacaram como benefício a melhoria das habilidades de comunicação (35%). Segundo um informe do Gartner, comunicação como competência aparece em segundo lugar no ranking das 10 habilidades que estão se tornando mais importantes no trabalho híbrido (conteúdo em inglês), reforçando a necessidade de as empresas olharem para esta caracterísitca. Para promovê-la, as empresas podem organizar treinamentos internos que tenham como pauta a capacidade de transmitir ideias de maneira clara e eficaz, abordando tópicos como comunicação interpessoal, negociações e apresentações. Aceitação da diversidade laboralA compreensão de outras culturas de trabalho (35%) é outro elemento positivo gerado pelo trabalho com equipes distribuídas, segundo os respondentes. Estimular ações de Diversidade, Equidade e Inclusão (DEI) é essencial para o desenvolvimento de uma equipe diversa, inclusive no campo das ideias. O ponto positivo é que os respondentes estão abertos a esta interação: 94% dos participantes da pesquisa do Capterra concordam em algum nível que as diferenças culturais entre a equipe apresentam oportunidades de aprendizado.Para isso, vale a pena realizar uma vistoria interna para avaliar as lacunas em DEI, analisando dados de diversidade organizacional através do uso de sistemas DEI. Você sabia?A consolidação da DEI é uma das tendências no âmbito do futuro do trabalho levantadas pelo Gartner para 2024 (conteúdo em inglês), e líderes deverão ter um papel de protagonismo na sua incorporação em toda a organização.  Os principais desafios das equipes que colaboram internacionalmenteSe por um lado o trabalho global possui benefícios, ele também traz consigo alguns desafios, mas não significa que sejam impossíveis de serem superados. Abaixo elencamos os principais desafios citados por aqueles que colaboram pelo menos uma vez por mês com colegas no exterior.Impasse com horárioO principal desafio citado pelos respondentes é o horário de trabalho volátil (49%). Esse cenário é mais provável de acontecer em empresas cujos trabalhadores estão alocados em diferentes fusos horários, o que exige que essas diferenças sejam levadas em consideração na hora de coordenar reuniões e acomodar um horário em que todos estejam disponíveis. Sendo assim, no caso das equipes distribuídas, deve-se abraçar a comunicação assíncrona –quando a interação não se dá em tempo real ou simultaneamente– e fazer o melhor uso dela. Os softwares de produtividade costumam oferecer recursos de colaboração que permitem aos funcionários trabalhar juntos em um mesmo projeto, mesmo que não seja em tempo real.  Entrave na comunicação Barreiras linguísticas (40%) também foi listado como um desafio da colaboração com membros da equipe que estão no exterior. Em um país com níveis educacionais tão diversos, não se pode assumir que os profissionais têm fluência em outros idiomas. Por isso é importante que as empresas facilitem a transmissão de informações, especialmente quando há membros da equipe cujo idioma é diferente dos demais. A principal dica é apostar em tecnologia –inclusive, 92% concordam que suas empresas empregam ferramentas tecnológicas que permitem reuniões internacionais eficientes. Por exemplo, softwares de assistência de escrita por IA costumam trazer funcionalidades de revisão de texto, que pode ser extremamente útil para profissionais não-nativos revisarem seus textos; já os softwares de videoconferência são capazes de realizar transcrição do que foi dito na videochamada, permitindo que os membros possam consultar informações quando algo não está totalmente claro.Falta de padronização de ferramentasA padronização dos softwares usados pela equipe é importante para a criação de um fluxo de trabalho unificado e garantir a eficiência organizacional. Na pesquisa do Capterra, 36% dos respondentes destacaram o uso de ferramentas de trabalho diferentes como um desafio do trabalho internacional. Para isso, a gestão de processos ajuda a mapear, analisar e melhorar a eficiência das operações de negócios. Com equipes distribuídas Brasil afora, empresas precisam pensar em estratégias para viabilizar esse modeloProfissionais brasileiros que interagem com membros baseados no exterior deve ser uma realidade cada vez mais comum. Companhias que querem aproveitar esta modalidade de trabalho, que acima de tudo valoriza a diversidade, devem investir em tecnologia para a criação de processos e para facilitar a dinâmica de trabalho.Sendo assim, é importante ficar de olho nas seguintes recomendações, que são baseadas em dados do levantamento do Capterra:Quem tem experiência na dinâmica afirma que o principal benefício da colaboração com colegas no exterior é a oportunidade de networking, o que exige que os líderes de equipe pensem em maneiras para o time interagir e trabalhar colaborativamente.Embora a maioria dos respondentes que trabalham com colegas no exterior acreditem que as reuniões são realizadas em horários razoáveis, o horário de trabalho volátil foi citado como principal desafio deste tipo de colaboração. Para evitar conflitos de agenda em reuniões, é necessário encontrar uma faixa de horário que seja conveniente a todos os membros da equipe. Para ocasiões em que não há necessidade de conversa em tempo real, indica-se o uso da comunicação assíncrona, como o envio de e-mails.Apenas uma minoria crê que há prejuízo no cronograma de projetos quando há funcionários atuando a partir de outros países. Neste caso, as empresas devem empregar tecnologia para permitir uma melhor gestão de projetos.Com a participação de gerentes de Recursos Humanos (RH), gestores de projeto e líderes de diferentes áreas, além do comprometimento dos empregados, a interação entre profissionais locais e funcionários no exterior deve se tornar mais comum e fluida nos próximos anos.   Busca ferramentas de colaboração? Confira nosso catálogo.

## Aviso legal

> MetodologiaA Pesquisa sobre Colaboração e Produtividade 2024 do Capterra foi realizada online em janeiro de 2024 contando com a participação de 6.490 entrevistados: Alemanha (n: 497), Austrália (n: 500), Brasil (n: 501), Canadá (n: 499), Espanha (n: 501), Estados Unidos (n: 503), França (n: 497), Holanda (n: 498), Índia (n: 500), Itália (n: 500), Japão (n: 498), México (n: 500) e Reino Unido (n: 496). Para participar do estudo, os respondentes tinham de trabalhar em tempo integral ou parcial em um modelo híbrido ou remoto.

## Sobre o(a) autor(a)

### Marcela Gava

Marcela Gava é analista de conteúdo sênior com mais de 14 anos de experiência na cobertura de tendências em diversas áreas que impactam as empresas. Ela atua como redatora orientada por dados e pesquisadora de tendências, concentrando seus artigos em tópicos de cibersegurança, tecnologia da informação (TI), finanças e cultura digital. &#10;&#10;Marcela já escreveu aproximadamente 50 pesquisas e análises que se baseiam em mais de 2 milhões de avaliações autênticas de compradores de software no Capterra para ajudar as pequenas e médias empresas (SMBs) a encontrar as melhores soluções de tecnologia para suas necessidades. Além disso, os insights fornecidos por seus artigos ajudam as PMEs a tomar decisões mais informadas e assertivas.&#10;&#10;Suas pesquisa foram apresentados em alguns dos mais importantes veículos da mídia brasileira, como: &#10;&#10;Época Negócios &#10;PEGN&#10;Forbes Brazil&#10;Terra&#10;Folha de S. Paulo&#10;&#10;Ela também participou de importantes podcasts de tecnologia no Brasil, como o The Shift, e teve os resultados de seus estudos apresentados na versão brasileira da newsletter LinkedIn News.

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## Dados estruturados

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Trata-se de um movimento fruto da formação de equipes distribuídas, que viabilizam suas atividades diárias especialmente através do uso de &lt;a href=&quot;/directory/15/collaboration/software&quot; rel=&quot;noopener noreferrer&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;ferramentas de colaboração&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Um time distribuído é aquele cujos membros –ou parte deles– estão alocados em diferentes espaços geográficos. O que pode parecer bem positivo em termos de diversidade, mas desafiador em termos de produtividade, levando muitos gerentes e líderes a se perguntarem se essa dinâmica realmente funciona na prática. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;A fim de dar uma luz ao tema, o Capterra lança a Pesquisa sobre Colaboração e Produtividade 2024 para mostrar o panorama da colaboração em âmbito internacional; trata-se de um estudo que conta com a participação de 6.490 respondentes de 13 países, sendo 501 participantes do Brasil. A metodologia completa está disponível no final do artigo. &lt;/p&gt;&lt;h2 id=&quot;No-Brasil-a-colaboração-com-trabalhadores-que-estão-no-exterior-é-recente&quot;&gt;No Brasil, a colaboração com trabalhadores que estão no exterior é recente&lt;/h2&gt;&lt;p&gt;Além da popularização de &lt;a href=&quot;/blog/4546/plataformas-trabalhar-home-office&quot; rel=&quot;noopener noreferrer&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;ferramentas para o trabalho remoto&lt;/a&gt;, a implementação de modelos como o anywhere office –escritório em qualquer lugar, em tradução ao português– ajudou a viabilizar a colaboração que transcende barreiras geográficas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O efeito disso, no caso específico do Brasil, é que 74% dos entrevistados pelo Capterra já trabalham em colaboração com funcionários que moram em outros países, frente a pouco mais de um quarto (26%) que não contam com esse tipo de dinâmica. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;No que se refere a como se dá essa interação, há uma importante variação na frequência:&lt;/p&gt;&lt;img title=&quot;trabalhadores-exterior-BR-Capterra-Image-1 (1)&quot; alt=&quot;Trabalho internacional: quantidade de funcionários que trabalham com colegas que estão no exterior&quot; class=&quot;aligncenter&quot; loading=&quot;lazy&quot; src=&quot;https://images.ctfassets.net/63bmaubptoky/2L5m8xdy7PHCVZYq5qtXZJ/101169bb69ed849aae478ea1cf22c7a4/trabalhadores-exterior-BR-Capterra-Image-1.jpg&quot; srcset=&quot;https://images.ctfassets.net/63bmaubptoky/2L5m8xdy7PHCVZYq5qtXZJ/101169bb69ed849aae478ea1cf22c7a4/trabalhadores-exterior-BR-Capterra-Image-1.jpg?w=400 400w, https://images.ctfassets.net/63bmaubptoky/2L5m8xdy7PHCVZYq5qtXZJ/101169bb69ed849aae478ea1cf22c7a4/trabalhadores-exterior-BR-Capterra-Image-1.jpg?w=700 700w, https://images.ctfassets.net/63bmaubptoky/2L5m8xdy7PHCVZYq5qtXZJ/101169bb69ed849aae478ea1cf22c7a4/trabalhadores-exterior-BR-Capterra-Image-1.jpg?w=1000 1000w, https://images.ctfassets.net/63bmaubptoky/2L5m8xdy7PHCVZYq5qtXZJ/101169bb69ed849aae478ea1cf22c7a4/trabalhadores-exterior-BR-Capterra-Image-1.jpg?w=1500 1500w, https://images.ctfassets.net/63bmaubptoky/2L5m8xdy7PHCVZYq5qtXZJ/101169bb69ed849aae478ea1cf22c7a4/trabalhadores-exterior-BR-Capterra-Image-1.jpg?w=2200 2200w&quot; sizes=&quot;(min-resolution: 2x) 2200px, (min-width: 992px) 1000px, 95vw&quot;/&gt;&lt;p&gt;A análise do Capterra mostra ainda que o porcentual de respondentes no Brasil que atuam pelo menos uma vez por mês com colegas baseados no exterior é levemente superior à média global dos entrevistados, que é de 69%.    &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Entretanto, quando se analisa há quanto tempo essa dinâmica está em prática em terras brasileiras, 71% deste mesmo grupo afirmam que essa colaboração internacional começou faz no máximo dois anos, comprovando que o Brasil está nos primeiros passos quando se trata de colaboração internacional.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Os dados do Capterra dão uma ideia de como é o panorama de colaboração em outros lugares do mundo:&lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;A maioria dos trabalhadores da Índia (69%) e México (67%) também começaram a colaboração internacional recentemente, de dois anos para cá. Essas nações possuem uma semelhança econômica com o Brasil, já que são &lt;a href=&quot;https://www.nasdaq.com/articles/the-top-emerging-markets-in-the-world&quot; rel=&quot;nofollow noopener noreferrer&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;economias emergentes&lt;/a&gt; (conteúdo em inglês). &lt;/li&gt;&lt;li&gt;Os países que começaram a colaboração internacional há mais tempo, de dois a mais de 10 anos, são membros da União Europeia (UE), como Alemanha (57%), França (53%) e Espanha (54%). A explicação pode estar no modelo proposto pela UE, que promove a livre circulação entre os membros do bloco e &lt;a href=&quot;https://education.ec.europa.eu/pt-pt/focus-topics/improving-quality/multilingualism/about-multilingualism-policy&quot; rel=&quot;nofollow noopener noreferrer&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;incentiva o multilinguismo&lt;/a&gt; como maneira de criar oportunidades profissionais para seus cidadãos.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;img title=&quot;colaboração-internacional-BR-Capterra-Imagem-2 (1)&quot; alt=&quot;Momento que começou a colaboração em equipe internacional&quot; class=&quot;aligncenter&quot; loading=&quot;lazy&quot; src=&quot;https://images.ctfassets.net/63bmaubptoky/4Zq7pLb7Vvo8NpodvtCmY6/2f9bd7d45eedad13127ea416d9871c21/colabora__o-internacional-BR-Capterra-Imagem-2__1_.jpg&quot; srcset=&quot;https://images.ctfassets.net/63bmaubptoky/4Zq7pLb7Vvo8NpodvtCmY6/2f9bd7d45eedad13127ea416d9871c21/colabora__o-internacional-BR-Capterra-Imagem-2__1_.jpg?w=400 400w, https://images.ctfassets.net/63bmaubptoky/4Zq7pLb7Vvo8NpodvtCmY6/2f9bd7d45eedad13127ea416d9871c21/colabora__o-internacional-BR-Capterra-Imagem-2__1_.jpg?w=700 700w, https://images.ctfassets.net/63bmaubptoky/4Zq7pLb7Vvo8NpodvtCmY6/2f9bd7d45eedad13127ea416d9871c21/colabora__o-internacional-BR-Capterra-Imagem-2__1_.jpg?w=1000 1000w, https://images.ctfassets.net/63bmaubptoky/4Zq7pLb7Vvo8NpodvtCmY6/2f9bd7d45eedad13127ea416d9871c21/colabora__o-internacional-BR-Capterra-Imagem-2__1_.jpg?w=1500 1500w, https://images.ctfassets.net/63bmaubptoky/4Zq7pLb7Vvo8NpodvtCmY6/2f9bd7d45eedad13127ea416d9871c21/colabora__o-internacional-BR-Capterra-Imagem-2__1_.jpg?w=2200 2200w&quot; sizes=&quot;(min-resolution: 2x) 2200px, (min-width: 992px) 1000px, 95vw&quot;/&gt;&lt;p&gt;O período de dois anos atrás coincide com o momento de pós-pandemia do COVID-19 –este último responsável indiretamente por &lt;a href=&quot;https://portal.fgv.br/noticias/pandemia-acelerou-processo-transformacao-digital-empresas-brasil-revela-pesquisa&quot; rel=&quot;nofollow noopener noreferrer&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;acelerar a implementação do trabalho remoto nas empresas&lt;/a&gt;. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Agora, uma vez consolidado o trabalho a distância, como os profissionais imaginam no futuro a interação com colegas que estão no exterior? É o que vamos descobrir na próxima seção. &lt;/p&gt;&lt;h2 id=&quot;Brasileiros-esperam-mais-colaboração-com-colegas-baseados-em-outro-país&quot;&gt;Brasileiros esperam mais colaboração com colegas baseados em outro país&lt;/h2&gt;&lt;p&gt;O trabalho com colaboração internacional surgiu como uma dinâmica recente no contexto brasileiro, e a expectativa é que se fortaleça mais. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para os próximos 12 meses, 58% dos respondentes que trabalham pelo menos uma vez por mês com colegas que estão em outros países creem que este tipo de colaboração vai aumentar: &lt;/p&gt;&lt;img title=&quot;anywhere-office-BR-Capterra-Imagem-3 (1)&quot; alt=&quot;Existência de equipes distribuídas pode se fortalecer nos próximos anos&quot; class=&quot;aligncenter&quot; loading=&quot;lazy&quot; src=&quot;https://images.ctfassets.net/63bmaubptoky/3vCVs37cW3NwvTyaAXsIgT/6313943c9d856212ad13e00f40f041dc/anywhere-office-BR-Capterra-Imagem-3__1_.jpg&quot; srcset=&quot;https://images.ctfassets.net/63bmaubptoky/3vCVs37cW3NwvTyaAXsIgT/6313943c9d856212ad13e00f40f041dc/anywhere-office-BR-Capterra-Imagem-3__1_.jpg?w=400 400w, https://images.ctfassets.net/63bmaubptoky/3vCVs37cW3NwvTyaAXsIgT/6313943c9d856212ad13e00f40f041dc/anywhere-office-BR-Capterra-Imagem-3__1_.jpg?w=700 700w, https://images.ctfassets.net/63bmaubptoky/3vCVs37cW3NwvTyaAXsIgT/6313943c9d856212ad13e00f40f041dc/anywhere-office-BR-Capterra-Imagem-3__1_.jpg?w=1000 1000w, https://images.ctfassets.net/63bmaubptoky/3vCVs37cW3NwvTyaAXsIgT/6313943c9d856212ad13e00f40f041dc/anywhere-office-BR-Capterra-Imagem-3__1_.jpg?w=1500 1500w, https://images.ctfassets.net/63bmaubptoky/3vCVs37cW3NwvTyaAXsIgT/6313943c9d856212ad13e00f40f041dc/anywhere-office-BR-Capterra-Imagem-3__1_.jpg?w=2200 2200w&quot; sizes=&quot;(min-resolution: 2x) 2200px, (min-width: 992px) 1000px, 95vw&quot;/&gt;&lt;p&gt;No entanto, os dados do Brasil divergem da média global, em que menos da metade dos respondentes (43%) creem que este tipo de trabalho irá aumentar em algum nível. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;O otimismo brasileiro pode ser fruto das contratações de conterrâneos para trabalhar em empresas sediadas em outros países ou também pelo fato de algumas companhias do Brasil terem aberto filiais em outras nações, permitindo o fortalecimento deste tipo de interação global.&lt;/p&gt;&lt;div class=&quot;box-hint&quot;&gt;&lt;div class=&quot;box-header fw-700 mb-4&quot;&gt;5 dicas para organizar sua equipe na colaboração internacional&lt;/div&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;Representação cultural:&lt;/b&gt; Certifique-se que a cultura de todos os membros da equipe é representada. Dar oportunidades para os funcionários apresentarem suas culturas, em reuniões ou dinâmicas de icebreaker, é uma maneira de estimulá-los a compartilhar suas vivências.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;Facilite o entendimento: &lt;/b&gt;67% disseram que sua equipe possui um ou mais membros com um idioma nativo diferente dos demais. Para facilitar o entendimento por todos, use materiais de apoio, como textos ou imagens, nas &lt;a href=&quot;/directory/30808/presentation/software&quot; rel=&quot;noopener noreferrer&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;apresentações&lt;/a&gt; e envie um sumário com os pontos principais discutidos após uma reunião.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;Respeite os horários: &lt;/b&gt;Por conta de diferentes fusos, encontrar um horário viável para todos os participantes de uma reunião pode ser desafiador. Por isso, uma vez estabelecido o melhor dia e hora para um encontro, mantenha a consistência e evite modificações.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;Organize treinamentos: &lt;/b&gt;Cabe à empresa identificar a lacuna de habilidades dos funcionários e trabalhar a capacitação deles. Em uma organização com colegas que estão no exterior, as dificuldades podem aparecer na aquisição de um segundo idioma, na adaptação a outras formas de trabalhar, na inclusão, entre outros.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;Invista em tecnologia: &lt;/b&gt;Softwares são essenciais para criar uma dinâmica colaborativa quando há trabalhadores remotos e em uma situação assíncrona. Mas cuidado: ao investir em tecnologia, tenha em mente qual será o objetivo do sistema na equipe –56% dos que experimentaram arrependimento na compra de software nos últimos 18 meses mostraram que a situação poderia ser evitada no futuro &lt;a href=&quot;/blog/4361/compra-software&quot; rel=&quot;noopener noreferrer&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;com o esclarecimento de metas e resultados desejados&lt;/a&gt;.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;h2 id=&quot;Como-funciona-a-dinâmica-entre-funcionários-locais-trabalhando-com-colegas-baseados-no-exterior&quot;&gt;Como funciona a dinâmica entre funcionários locais trabalhando com colegas baseados no exterior?&lt;/h2&gt;&lt;p&gt;Depois de focar em uma visão global da colaboração sem fronteiras, a partir deste ponto o estudo do Capterra focará apenas no contexto brasileiro, de forma a servir de guia para empresas que querem começar a levar adiante a contribuição internacional.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Começando pelas particularidades da colaboração internacional nas equipes brasileiras, entre o grupo de respondentes que trabalham pelo menos uma vez por mês com funcionários alocados no exterior, descobrimos que em 92% dos casos o gerente direto reside no mesmo país que os participantes da pesquisa. Os dados indicam que, nesse quesito, eles não estão expostos a um tipo de liderança que seja diferente da brasileira. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Já quando se trata do fuso horário, a maioria dos funcionários entrevistados parece ter, em média, uma diferença de tempo máxima de 2 a 5 horas com seus colegam que trabalham a partir de outros países. &lt;/p&gt;&lt;img title=&quot;trabalho-internacional-BR-Capterra-Image-4 (1)&quot; class=&quot;aligncenter&quot; loading=&quot;lazy&quot; src=&quot;https://images.ctfassets.net/63bmaubptoky/MlVV7a0Vr7HJqobFGZ75M/02e25c3a469aa9ebef98825948f43fdc/trabalho-internacional-BR-Capterra-Image-4.jpg&quot; srcset=&quot;https://images.ctfassets.net/63bmaubptoky/MlVV7a0Vr7HJqobFGZ75M/02e25c3a469aa9ebef98825948f43fdc/trabalho-internacional-BR-Capterra-Image-4.jpg?w=400 400w, https://images.ctfassets.net/63bmaubptoky/MlVV7a0Vr7HJqobFGZ75M/02e25c3a469aa9ebef98825948f43fdc/trabalho-internacional-BR-Capterra-Image-4.jpg?w=700 700w, https://images.ctfassets.net/63bmaubptoky/MlVV7a0Vr7HJqobFGZ75M/02e25c3a469aa9ebef98825948f43fdc/trabalho-internacional-BR-Capterra-Image-4.jpg?w=1000 1000w, https://images.ctfassets.net/63bmaubptoky/MlVV7a0Vr7HJqobFGZ75M/02e25c3a469aa9ebef98825948f43fdc/trabalho-internacional-BR-Capterra-Image-4.jpg?w=1500 1500w, https://images.ctfassets.net/63bmaubptoky/MlVV7a0Vr7HJqobFGZ75M/02e25c3a469aa9ebef98825948f43fdc/trabalho-internacional-BR-Capterra-Image-4.jpg?w=2200 2200w&quot; sizes=&quot;(min-resolution: 2x) 2200px, (min-width: 992px) 1000px, 95vw&quot;/&gt;&lt;p&gt;É importante destacar que a diferença horária não parece afetar a dinâmica de trabalho, e os seguintes dados parecem reforçar este ponto: &lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;9 de cada 10 trabalhadores (92%) que colaboram com alguma frequência com colegas baseados no exterior concordam que as reuniões são realizadas em horários de trabalho razoáveis.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Respondentes avaliam em uma média de 8 pontos, em um total de 10, sua satisfação com o equilíbrio entre trabalho e vida pessoal no seu emprego atual.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;39% avaliaram o aspecto de produtividade –ou seja, a habilidade de completar todas as tarefas do seu trabalho– como muito positivo.  &lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;O impacto do trabalho com equipes distribuídas em que membros atuam no exterior, portanto, é pequeno: apenas um quarto (24%) encontra algum grau de dificuldade na manutenção do cronograma de projetos ao colaborar com funcionários que moram em outros países. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Isso aponta que, quando a dinâmica e o fluxo de trabalho estão bem organizados, não há necessidade de os trabalhadores estarem no mesmo território.&lt;/p&gt;&lt;h2 id=&quot;Os-benefícios-da-colaboração-com-colegas-que-estão-em-outros-países&quot;&gt;Os benefícios da colaboração com colegas que estão em outros países&lt;/h2&gt;&lt;p&gt;O trabalho em uma equipe global pode ser benéfico não apenas para a carreira individual dos funcionários, mas também para a empresa como um todo. Abaixo estão os principais benefícios elencados pelos respondentes que trabalham regularmente com colegas que vivem em outro país.&lt;/p&gt;&lt;h3&gt;Fortalecimento de conexão profissional &lt;/h3&gt;&lt;p&gt;As oportunidades de networking (41%) foram o benefício mais citado. Uma maneira de incentivar a interação entre membros da equipe local e funcionários que estão no exterior é por meio da implementação do &lt;a href=&quot;/directory/15/collaboration/software&quot; rel=&quot;noopener noreferrer&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;trabalho colaborativo&lt;/a&gt;, em que diferentes trabalhadores participam de um projeto e podem interagir com mais frequência.  &lt;/p&gt;&lt;h3&gt;Desenvolvimento de competências comunicativas&lt;/h3&gt;&lt;p&gt;No trabalho além das fronteiras nacionais, os respondentes também destacaram como benefício a melhoria das habilidades de comunicação (35%). &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Segundo um informe do Gartner, &lt;a href=&quot;https://www.gartner.com/document/4021110?ref=solrAll&amp;amp;refval=404009772&amp;amp;&quot; rel=&quot;nofollow noopener noreferrer&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;comunicação como competência aparece em segundo lugar&lt;/a&gt; no ranking das 10 habilidades que estão se tornando mais importantes no trabalho híbrido (conteúdo em inglês), reforçando a necessidade de as empresas olharem para esta caracterísitca. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para promovê-la, as empresas podem organizar &lt;a href=&quot;/directory/30020/learning-management-system/software&quot; rel=&quot;noopener noreferrer&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;treinamentos internos&lt;/a&gt; que tenham como pauta a capacidade de transmitir ideias de maneira clara e eficaz, abordando tópicos como comunicação interpessoal, negociações e apresentações. &lt;/p&gt;&lt;h3&gt;Aceitação da diversidade laboral&lt;/h3&gt;&lt;p&gt;A compreensão de outras culturas de trabalho (35%) é outro elemento positivo gerado pelo trabalho com equipes distribuídas, segundo os respondentes. Estimular ações de Diversidade, Equidade e Inclusão (DEI) é essencial para o desenvolvimento de uma equipe diversa, inclusive no campo das ideias. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;O ponto positivo é que os respondentes estão abertos a esta interação: 94% dos participantes da pesquisa do Capterra concordam em algum nível que as diferenças culturais entre a equipe apresentam oportunidades de aprendizado.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para isso, vale a pena realizar uma vistoria interna para avaliar as lacunas em DEI, analisando dados de diversidade organizacional através do uso de &lt;a href=&quot;/directory/33776/dei-%28diversity%2C-equity-%26-inclusion%29/software&quot; rel=&quot;noopener noreferrer&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;sistemas DEI&lt;/a&gt;. &lt;/p&gt;&lt;div class=&quot;box-hint&quot;&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;Você sabia?&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A &lt;a href=&quot;https://www.gartner.com/en/articles/9-future-of-work-trends-for-2024&quot; rel=&quot;nofollow noopener noreferrer&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;consolidação da DEI é uma das tendências&lt;/a&gt; no âmbito do futuro do trabalho levantadas pelo Gartner para 2024 (conteúdo em inglês), e líderes deverão ter um papel de protagonismo na sua incorporação em toda a organização.  &lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;h2 id=&quot;Os-principais-desafios-das-equipes-que-colaboram-internacionalmente&quot;&gt;Os principais desafios das equipes que colaboram internacionalmente&lt;/h2&gt;&lt;p&gt;Se por um lado o trabalho global possui benefícios, ele também traz consigo alguns desafios, mas não significa que sejam impossíveis de serem superados. Abaixo elencamos os principais desafios citados por aqueles que colaboram pelo menos uma vez por mês com colegas no exterior.&lt;/p&gt;&lt;h3&gt;Impasse com horário&lt;/h3&gt;&lt;p&gt;O principal desafio citado pelos respondentes é o horário de trabalho volátil (49%)&lt;b&gt;. &lt;/b&gt;Esse cenário é mais provável de acontecer em empresas cujos trabalhadores estão alocados em diferentes fusos horários, o que exige que essas diferenças sejam levadas em consideração na hora de coordenar reuniões e acomodar um horário em que todos estejam disponíveis. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Sendo assim, no caso das equipes distribuídas, deve-se abraçar a comunicação assíncrona –quando a interação não se dá em tempo real ou simultaneamente– e fazer o melhor uso dela. Os &lt;a href=&quot;/directory/30968/productivity/software&quot; rel=&quot;noopener noreferrer&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;softwares de produtividade&lt;/a&gt; costumam oferecer recursos de colaboração que permitem aos funcionários trabalhar juntos em um mesmo projeto, mesmo que não seja em tempo real.  &lt;/p&gt;&lt;h3&gt;Entrave na comunicação &lt;/h3&gt;&lt;p&gt;Barreiras linguísticas (40%) também foi listado como um desafio da colaboração com membros da equipe que estão no exterior. Em um país com níveis educacionais tão diversos, não se pode assumir que os profissionais têm fluência em outros idiomas. Por isso é importante que as empresas facilitem a transmissão de informações, especialmente quando há membros da equipe cujo idioma é diferente dos demais. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;A principal dica é apostar em tecnologia –inclusive, 92% concordam que suas empresas empregam ferramentas tecnológicas que permitem reuniões internacionais eficientes. Por exemplo, &lt;a href=&quot;/directory/33495/ai-writing-assistant/software&quot; rel=&quot;noopener noreferrer&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;softwares de assistência de escrita por IA&lt;/a&gt; costumam trazer funcionalidades de revisão de texto, que pode ser extremamente útil para profissionais não-nativos revisarem seus textos; já os &lt;a href=&quot;/directory/31895/video-conferencing/software&quot; rel=&quot;noopener noreferrer&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;softwares de videoconferência&lt;/a&gt; são capazes de realizar transcrição do que foi dito na videochamada, permitindo que os membros possam consultar informações quando algo não está totalmente claro.&lt;/p&gt;&lt;h3&gt;Falta de padronização de ferramentas&lt;/h3&gt;&lt;p&gt;A padronização dos softwares usados pela equipe é importante para a criação de um fluxo de trabalho unificado e garantir a eficiência organizacional. Na pesquisa do Capterra, 36% dos respondentes destacaram o uso de ferramentas de trabalho diferentes como um desafio do trabalho internacional. Para isso, a &lt;a href=&quot;/directory/30010/business-process-management/software&quot; rel=&quot;noopener noreferrer&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;gestão de processos&lt;/a&gt; ajuda a mapear, analisar e melhorar a eficiência das operações de negócios. &lt;/p&gt;&lt;h2 id=&quot;Com-equipes-distribuídas-Brasil-afora-empresas-precisam-pensar-em-estratégias-para-viabilizar-esse-modelo&quot;&gt;Com equipes distribuídas Brasil afora, empresas precisam pensar em estratégias para viabilizar esse modelo&lt;/h2&gt;&lt;p&gt;Profissionais brasileiros que interagem com membros baseados no exterior deve ser uma realidade cada vez mais comum. Companhias que querem aproveitar esta modalidade de trabalho, que acima de tudo valoriza a diversidade, devem investir em tecnologia para a criação de processos e para facilitar a dinâmica de trabalho.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Sendo assim, é importante ficar de olho nas seguintes recomendações, que são baseadas em dados do levantamento do Capterra:&lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Quem tem experiência na dinâmica afirma que o principal benefício da colaboração com colegas no exterior é a oportunidade de networking, o que exige que os líderes de equipe pensem em maneiras para o time interagir e trabalhar colaborativamente.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Embora a maioria dos respondentes que trabalham com colegas no exterior acreditem que as reuniões são realizadas em horários razoáveis, o horário de trabalho volátil foi citado como principal desafio deste tipo de colaboração. Para evitar conflitos de agenda em reuniões, é necessário encontrar uma faixa de horário que seja conveniente a todos os membros da equipe. Para ocasiões em que não há necessidade de conversa em tempo real, indica-se o uso da comunicação assíncrona, como o envio de e-mails.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Apenas uma minoria crê que há prejuízo no cronograma de projetos quando há funcionários atuando a partir de outros países. Neste caso, as empresas devem empregar tecnologia para permitir uma melhor gestão de projetos.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;Com a participação de gerentes de Recursos Humanos (RH), gestores de projeto e líderes de diferentes áreas, além do comprometimento dos empregados, a interação entre profissionais locais e funcionários no exterior deve se tornar mais comum e fluida nos próximos anos.   &lt;/p&gt;&lt;div class=&quot;box-idea&quot;&gt;Busca &lt;a href=&quot;/directory/15/collaboration/software&quot; rel=&quot;noopener noreferrer&quot; class=&quot;evnt&quot; data-evac=&quot;ua_click&quot; data-evca=&quot;Blog_idea&quot; data-evna=&quot;engagement_blog_product_category_click&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;ferramentas de colaboração&lt;/a&gt;? Confira nosso catálogo. &lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;","dateModified":"2024-05-15T05:13:29.000000Z","datePublished":"2024-04-12T00:00:00.000000Z","headline":"Equipes distribuídas: dados mostram o cenário da colaboração entre trabalhadores brasileiros e colegas que residem em outros países","inLanguage":"pt-BR","mainEntityOfPage":"https://www.capterra.com.br/blog/6423/equipes-distribuidas#webpage","publisher":{"@id":"https://www.capterra.com.br/#organization"}}]}
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